É como o ar que nós respiramos. Quando o inspiramos, passamos a ter dentro de nós algo que, mesmo que só por um segundo, pertenceu a outra pessoa, e quando o expiramos, deixamos partir também um pedaço da gente que nos fez viver por alguns instantes.
É tudo uma grande troca, um grande ciclo. E enquanto houver ar nos nossos pulmões, a gente vai estar assim, escancarado pro mundo.
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